
Estar bem equipada em termos de gestão, com forte liderança e governança efetiva, pode fazer toda a diferença em um momento como este.
Mais de 60% do PIB brasileiro tem origem nas empresas familiares. No mundo, essa representatividade também é alta, alcançando a marca de quase 80% da economia global. Em pesquisa divulgada no ano passado pela FBN (Family Business Network), realizada com o objetivo de traçar um quadro realista das empresas familiares no país, apurou-se que cerca de 40% das empresas familiares brasileiras tinham, até então, receita entre R$ 100 milhões e R$ 500 milhões; e que, praticamente, 60% delas ainda não estavam desenvolvendo nenhum tipo de planejamento sucessório - a proporção é maior nas companhias geridas por sócios familiares.
Todos os dias, em todos os cantos do mundo, empresas são vendidas, compradas, realizam fusões, deixam de existir. Para que boa parte desses movimentos aconteça, as famílias precisam se entender, definir o que querem, ter seus planos de sucessão e sua gestão/ administração bem resolvidos.
Quando isso não acontece, em geral, a empresa acaba. Não há uma precisão sobre que percentual das empresas familiares chega a uma vida considerada mais longa. Um número mais aceitável, que se tornou senso comum é de que apenas cerca de 10% dessas empresas sobrevivem até a quarta geração. Equacionar a família para solidificar a empresa é fundamental.
Fonte: Corporate Governance
15/10/2008


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